
Dívida pública bruta do Brasil recua para 78,7% do PIB em dezembro de 2025
Dados do Banco Central mostram melhora fiscal no fim do ano, com superávit primário acima do esperado pelo mercado
Ministro diz que nível dos juros pressiona o endividamento
Ministro afirma que ciclo de queda da Selic pode começar em breve e defende reforma tributária como “revolução” com foco em justiça social
Despesas financeiras próximas de 8% do PIB mantêm o país no topo do ranking global e evidenciam impasses da política fiscal
Ministra afirma que taxa básica de 15% ao ano pesa mais no endividamento do que gastos do governo e compromete serviços públicos
Diretora-gerente Kristalina Georgieva afirma que crescimento do endividamento ameaça estabilidade fiscal e limita reação a crises
Levantamento do Ministério da Fazenda indica receitas maiores e dívida bruta um pouco menor, enquanto persistem dúvidas sobre a disciplina do gasto
Em junho, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$47,091 bilhões
A dívida pública bruta do país como proporção do PIB fechou maio em 76,1%, contra 76,0% no mês anterior
“O Brasil não pode ficar dez anos pagando 7% a 8% de juro real por ano, porque nenhum país consegue isso”, Mansueto Almeida
Incorporação de R$ 70,3 bilhões em juros reforçou alta
Setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 3,588 bilhões, de acordo com dados do Banco Central