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Correia diz que a rejeição de Messias pelo Senado é reflexo de um 'golpe continuado' e convoca mobilização

Conforme o deputado, o veto ao nome do chefe da AGU para o STF foi uma "decisão política que faz o Supremo perder um dos maiores juristas do Brasil'. Vídeo

Rogério Correia (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

247 - O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) reagiu com indignação à decisão do Senado que rejeitou nesta quarta-feira (29) o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF).  Em postagem publicada na rede social X, o parlamentar indicou que um dos motivos para a rejeição foi o trabalho desenvolvido pelo chefe da AGU em parceria com o governo Lula para atuar contra ações golpistas no Brasil. 

Correia afirmou que a rejeição teve motivação política e criticou a atuação de setores conservadores. “A extrema-direita insiste no mesmo método do golpe continuado. Hoje, derrotaram no Senado a indicação de Messias ao STF — uma decisão POLÍTICA que faz o Supremo perder um dos maiores juristas do nosso País”, escreveu.

O deputado também destacou a agenda legislativa em discussão no Congresso e alertou para possíveis retrocessos. “Mas seguimos. Amanhã tem sessão no Congresso e eles querem derrubar o veto do presidente Lula e aprovar o PL da Dosimetria, uma medida ABSURDA que reduz penas inclusive para crimes graves. Não vamos permitir retrocesso. É com mobilização e firmeza que a gente defende a democracia e os direitos do povo”, afirmou.

A crítica ao chamado PL da Dosimetria integra o conjunto de preocupações do parlamentar sobre propostas que podem alterar punições previstas na legislação penal. Para Correia, o cenário exige mobilização social e política para preservar direitos e garantir estabilidade institucional.

A repercussão da decisão do Senado amplia o debate sobre o equilíbrio entre os poderes e evidencia o impacto político das indicações ao STF no atual contexto nacional.

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