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Luciana Gimenez nega ligação com Epstein após aparecer em documentos dos EUA

Apresentadora afirma que nunca conheceu o bilionário

Luciana Gimenez nega ligação com Epstein após aparecer em documentos dos EUA (Foto: Reprodução/Instagram)

247 - A apresentadora Luciana Gimenez se manifestou na noite de segunda-feira (9) após seu nome surgir em documentos vinculados ao caso Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A repercussão ganhou força nas redes sociais depois que usuários passaram a compartilhar imagens de extratos bancários incluídos nos arquivos oficiais do processo.

Segundo o portal Metrópoles, Luciana publicou uma nota no Instagram negando qualquer relação com o bilionário, acusado de crimes sexuais e morto em 2019. No comunicado, ela afirmou: "Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele".

Na mesma manifestação, a apresentadora também repudiou tentativas de vincular seu nome ao escândalo. Ela declarou que rejeita "de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome" a práticas ilícitas.

Nome apareceu em extratos bancários divulgados oficialmente

O nome de Luciana passou a circular amplamente após a divulgação de um documento identificado como “EFTA01299626.pdf”, no qual aparecem registros financeiros associados ao seu nome. Entre os valores citados no material está uma movimentação de US$ 12 milhões.

De acordo com os documentos tornados públicos, a transação de maior valor mencionada estaria direcionada ao fundo Trust Haze, apontado como ligado ao próprio Epstein. No entanto, os registros divulgados não apresentam indicação clara de que o dinheiro tenha sido transferido diretamente do bilionário para a apresentadora.

Além disso, os nomes dos filhos de Luciana Gimenez também aparecem em outros extratos incluídos nos arquivos. Os documentos possuem datas de 2014, 2018 e 2019, sendo que a última movimentação registrada ocorreu poucos meses antes da prisão de Epstein.

Apesar da exposição dos dados, os documentos não detalham a motivação das transações.

Apresentadora diz que banco explicou origem dos registros

No pronunciamento, Luciana afirmou que, ao identificar a presença de seu nome nos arquivos publicados pelo governo norte-americano, entrou em contato com o Deutsche Bank Trust Company Americas, instituição onde mantinha conta, para compreender a razão da vinculação.

Segundo informações preliminares repassadas pelo banco, o Departamento de Justiça teria solicitado registros financeiros de determinados períodos, sem selecionar clientes individualmente. Dessa forma, um conjunto amplo de documentos teria sido entregue às autoridades e posteriormente disponibilizado em plataforma oficial, o que explicaria a inclusão de nomes sem relação direta com o caso.

Defesa afirma que valores seriam transferências feitas por ela mesma

Ainda conforme a nota divulgada pela apresentadora, as movimentações citadas nos extratos estariam relacionadas exclusivamente a transferências internas entre sua conta de investimentos e sua conta de pessoa física.

A defesa sustenta que o banco estaria reunindo documentação para comprovar que se tratam de operações realizadas pela própria Luciana para si mesma.

Na publicação, a apresentadora também afirmou que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e solicitou cautela na divulgação do tema para evitar danos à sua imagem. Ela pediu prudência "a fim de evitar interpretações equivocadas e danos injustificados à sua reputação".

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