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      BNDES já aprovou R$ 220 bilhões para o Nova Indústria Brasil

      Financiamentos se concentram em inovação, digitalização e economia verde; Mercadante diz que país precisa de uma indústria forte e tecnológica

      BNDES (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo)
      Otávio Rosso avatar
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      247 - O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou, até junho deste ano, R$ 220 bilhões em financiamentos no âmbito do programa Nova Indústria Brasil. O valor corresponde a 73,3% da meta total de R$ 300 bilhões, prevista até 2026. As informações são da Folha de S. Paulo.

      O volume financiado está dentro do cronograma planejado pelo governo, que apontou o banco como o principal motor de crédito do programa ao anunciar a nova política industrial. A maior parte dos recursos foi aprovada por meio do Plano Mais Produção, braço de financiamento que contempla projetos nos eixos de inovação, digitalização, exportação, economia verde e produtividade.

      A proposta do governo federal, ao relançar o papel do BNDES como banco de investimento, é utilizar a instituição para alavancar setores estratégicos da indústria nacional. O presidente do banco, Aloizio Mercadante, destacou a importância de alinhar os financiamentos aos desafios contemporâneos. “O Brasil precisa de uma indústria forte, que seja verde, tecnológica e preparada para os desafios do presente, como a inteligência artificial e as mudanças climáticas”, afirmou.

      A retomada do BNDES como agente protagonista de investimento marca uma mudança em relação à atuação mais limitada que teve em governos anteriores. Agora, o banco volta a ser uma ferramenta central de política industrial.

      O Nova Indústria Brasil é a principal iniciativa da gestão Lula para reindustrializar o país com foco em sustentabilidade, inovação e inserção internacional. O programa prevê apoio financeiro a projetos que envolvam tecnologias emergentes, transformação digital, descarbonização e aumento da competitividade industrial.

      A expectativa do governo é que os recursos ajudem a reposicionar o Brasil em cadeias globais de valor e aumentem a participação da indústria no PIB, que hoje gira em torno de 11%.

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