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Guarda municipal é preso após matar noiva em sua própria festa de casamento, em Campinas

O crime ocorreu nesse sábado (9); Nájylla era mãe de três filhos, de um relacionamento anterior

Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, tinha três filhos de um relacionamento anterior. O caso ocorreu nesse sábado (9/5), em Campinas (SP) (Foto: Reprodução)
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247 - Um guarda municipal de 55 anos foi preso em flagrante suspeito de matar a própria esposa a tiros durante a confraternização do casamento do casal, em Campinas, no interior de São Paulo. A vítima, Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, chegou a ser atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos.

As informações são do Metrópoles. O crime ocorreu nesse sábado (9/5), no bairro DIC 4, na Rua Anália Franco. O suspeito foi identificado como Daniel Barbosa Marinho, guarda municipal que, segundo o boletim de ocorrência, teria usado a arma funcional para atirar contra Nájylla após uma discussão.

De acordo com o registro policial, o casal iniciou uma discussão durante a festa, e o desentendimento evoluiu para uma luta corporal. Em seguida, o guarda municipal teria pegado a arma, agredido a noiva e efetuado disparos contra ela antes de fugir da residência.

Testemunhas relataram à polícia que o suspeito retornou ao imóvel pouco depois e fez novos disparos contra a vítima. Durante a confusão, familiares que estavam no local conseguiram retirar as crianças da casa.

Nájylla era mãe de três filhos, de um relacionamento anterior. O caso provocou comoção entre familiares e conhecidos da vítima, que participavam da confraternização quando a discussão terminou em violência.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo informou que a arma de fogo usada no crime foi apreendida, assim como munições encontradas no local. “O agressor foi encaminhado à Cadeia Pública do 2º Distrito Policial, onde permaneceu à disposição da Justiça.”

O caso foi registrado como crime grave e segue sob investigação das autoridades policiais de Campinas. A apuração deve detalhar a dinâmica dos disparos, ouvir testemunhas e reunir elementos sobre as circunstâncias que levaram ao assassinato.