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Lindbergh comemora pesquisa Quaest e prevê aumento da rejeição de Flávio

Deputado destacou medidas na área econômica anunciadas pelo governo e também intensificou as críticas ao político da extrema direita

Lindbergh Farias e Flávio Bolsonaro (Foto: Agência Câmara I Agência Senado)
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247 - O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) associou o desempenho de Lula na pesquisa Quaest ao fortalecimento de indicadores econômicos e à estratégia política do PT de ampliar críticas ao grupo bolsonarista. O parlamentar afirmou acreditar em aumento da rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entre os eleitores.

“Quanto mais o Brasil conhecer quem é o miliciano Flávio Bolsonaro, maior será a sua rejeição”, escreveu o deputado na rede social X sobre a pesquisa, que apontou vantagem de Lula em um possível segundo turno contra o político da extrema direita. As estatísticas também apontaram aumento da aprovação do atual presidente. 

O parlamentar afirmou enxergar um cenário favorável para a campanha de Lula nas eleições presidenciais. “Tô muito esperançoso! A pesquisa Quaest de hoje mostra aumento da aprovação do governo do presidente Lula e também das intenções de voto no primeiro e segundo turnos das eleições”.

Lindbergh também comparou os resultados econômicos da atual gestão federal com o período do governo Jair Bolsonaro. Segundo ele, o governo Lula apresenta indicadores positivos em áreas como emprego, renda e inflação.

“Se por um lado, nós iniciamos a ofensiva contra Flávio Bolsonaro, o filho mais corrupto do Jair Bolsonaro; por outro, nós estamos mostrando as realizações extraordinárias do governo Lula na economia: menor desemprego da história, maior renda, inflação controlada”, acrescentou.

O deputado ainda citou programas do governo federal voltados à renegociação de dívidas das famílias brasileiras. “Também estamos cuidando do endividamento das famílias com o Desenrola 2.0. Vamos com tudo, pessoal! É Lula Tetra!”, acrescentou.

A pesquisa Quaest reforçou o ambiente de disputa antecipada entre aliados do presidente Lula e representantes do bolsonarismo, em um momento no qual lideranças políticas intensificam movimentos de articulação para o cenário eleitoral nacional.

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