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Ministério da Cultura ironiza caso Dark Horse e defende transparência no audiovisual

Pasta destaca regras de fiscalização sobre recursos públicos após polêmica envolvendo filme sobre Bolsonaro

Ministério da Cultura ironiza caso Dark Horse e defende transparência no audiovisual (Foto: Divulgação )
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247 - O Ministério da Cultura usou suas redes sociais para fazer uma crítica indireta à polêmica em torno do financiamento de R$ 61 milhões concedido por Daniel Vorcaro a Flávio Bolsonaro para a produção do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. As informações são da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo a publicação, a pasta aproveitou a repercussão do caso para reforçar, em uma postagem no Instagram, a defesa dos mecanismos públicos de fiscalização dos recursos destinados ao setor audiovisual no Brasil.

Na mensagem, o Ministério da Cultura afirmou que os investimentos feitos pelo governo federal na área têm regras de controle e transparência. “Cada centavo investido pelo Governo do Brasil no audiovisual tem destino certo, prestação de contas rigorosa e pode ser fiscalizado por qualquer cidadão. Quando é público, você sabe de tudo!”, publicou a pasta.

A postagem também trouxe a frase “Sem segredos, sem caixa preta”, em uma referência direta ao debate sobre a origem, os critérios e a transparência do financiamento privado destinado à produção de Dark Horse.

O filme tem o ator Jim Caviezel no papel de Jair Bolsonaro. A produção ganhou destaque após a revelação do aporte milionário de Vorcaro a Flávio Bolsonaro, episódio que passou a ser tratado como o escândalo “Flávio-Vorcaro-Dark Horse”.

A manifestação do Ministério da Cultura buscou contrastar o modelo de financiamento público do audiovisual, sujeito a prestação de contas e fiscalização, com a controvérsia envolvendo recursos privados destinados ao projeto cinematográfico ligado ao ex-presidente.

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