
Caetano Veloso sempre esteve no Recife
Entre memória, literatura e Carnaval, Caetano Veloso surge como presença permanente no Recife, da ditadura aos dias de folia e da MPB brasileira

Autor de “Soledad no Recife”, recriação dos últimos dias de Soledad Barrett, mulher do Cabo Anselmo, entregue pelo traidor à ditadura. Escreveu ainda “O filho renegado de Deus”, Prêmio Guavira de Literatura 2014, e “A mais longa duração da juventude”, romance da geração rebelde do Brasil
515 artigos
Memória coletiva, amizade e resistência atravessam o romance de Urariano Mota, nas leituras de Celso Marconi e Memélia Moreira e ecos no Recife
Um elogio à beleza que nasce da arte, da música, da poesia e do gesto humano, muito além da aparência física ou dos padrões convencionais de perfeição
Quando olhamos as vidas de todas pessoas, nelas sempre vemos dramas e tragédias. Mas nas dos escritores elas trazem um imperativo, que destaco a seguir
A memória dos assassinatos de 1973 no Recife reafirma a urgência de lembrar, denunciar e exigir justiça contra os crimes da ditadura brasileira
O Brasil pode ver o documentário que, há muitos anos, jornalistas brasileiros e pesquisadores desejavam ver
Ele fazia pausas no discurso, intervalos cujo único fim era imprimir o seu pensamento em nossos espíritos
Mota não pretende fazer história nem jornalismo. Ele faz um relato de difícil classificação, transitando entre o documental, o testemunhal e o memorialístico
(Do romance “A mais longa duração da juventude”)
Equipe médica próxima a Bolsonaro levanta hipótese de prisão domiciliar e expõe vínculos políticos e ideológicos no pós-operatório do ex-presidente
Um testemunho literário sobre militância, desejo contido e a memória ferida da luta revolucionária no Brasil dos anos 1960
O livro é um hino à nossa juventude, à amizade, aos sonhos revolucionários, ao amor em todas as suas formas e inquietações