
No radar geopolítico – EUA x Irã (II)
Delegação norte-americana agiu para inviabilizar um acordo, sugerindo que o verdadeiro objetivo do cessar-fogo era proteger suas tropas para um ataque iminente

Ativista, pacifista e autor do livro Uma Nova Utopia para o Brasil: Três guias para sairmos do caos (disponível em: https://www.brasilutopia.com.br/); (contato e pix [email protected])
15 artigos
Resta torcer para que a guerra não comece, porque se começar seguramente escalará para guerra nuclear.
A retaliação russa virá – e os americanos não têm dúvidas quanto a isso
Uma possibilidade é a Rússia promover ataque limitado, na esperança de que seja suficiente para intimidar os EUA. Esse cenário tem 80% de chance de acontecer
Fato é que Israel sabe que não tem como enfrentar o Irã sem ser junto com os Estados Unidos.
É um fato fora de questão que Emmanuel Macron é um garoto de recados da família Rothschild
EUA e Rússia sabem que guerra nuclear não tem vencedores, ambos acabarão destruídos
Reduzir toda a controvérsia atual à pergunta “afinal, o Putin vai ou não vai invadir a Ucrânia?” é… embarcar no jogo de um dos lados (no caso, o americano)
Se Erdogan tinha a maior parte das tropas do seu lado (e ele tinha), por que não mandou suas tropas leais sufocarem o golpe, ao invés de convocar nas redes sociais os civis a fazê-lo?
Dois artigos fundamentais alertam para os riscos de uma guerra nuclear que representam a expansão da OTAN rumo às fronteiras da Rússia e a aliança desta com a China. Chuck Hagel, ex-Secretário de Defesa do Obama, alertou: 'Os russos irão responder. Eu não estou seguro quanto aonde isso vai nos levar'