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Tebet diz que Flávio Bolsonaro será um "candidato fácil de ser derrotado" na disputa presidencial

Pré-candidata ao Senado por SP afirma que pesquisas já apontam desgaste do senador bolsonarista após o escândalo com Daniel Vorcaro

Simone Tebet (Foto: Ricardo Stuckert)
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247 - A ex-ministra do Planejamento e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB), afirmou nesta quarta-feira (20) que vê o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em desvantagem em uma eventual disputa presidencial. "Torço para tê-lo nas urnas contra o candidato Lula. Porque vai ser um candidato fácil de ser derrotado", afirmou. As informações são do SBT News.

As declarações foram dadas durante visita à APAS Show. A ex-ministra também comentou as denúncias envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro após a divulgação, pelo The Intercept Brasil, de áudios em que o parlamentar pede aportes milionários ao empresário para financiar o filme “Dark Horse”.

Flávio admitiu na terça-feira (19) que esteve na casa de Vorcaro no fim de 2025, pouco depois da primeira prisão do empresário no caso Master. Na ocasião, Vorcaro cumpria medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

Para Tebet, os episódios afetam diretamente a imagem pública do parlamentar. "As pesquisas já mostram o resultado e o tombo do pré-candidato. Um candidato que fala de Deus, pátria, família, ética e bons costumes, combate à corrupção, e quando a gente vê, tem um histórico que fala por si só", declarou.

Ela acrescentou que o senador ainda precisa esclarecer diferentes acusações relacionadas à sua trajetória política. "Na realidade, o pré-candidato Flávio Bolsonaro tem muito a explicar em várias questões", disse.

Tebet também citou investigações sobre o suposto esquema de "rachadinhas" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e mencionou a compra de uma mansão em Brasília com financiamento obtido junto ao BRB.

A ex-ministra também fez referência às apurações sobre movimentações financeiras em uma franquia de loja de chocolates ligada a Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro. "Teve o comércio de chocolates que ele dizia faturar tanto e que teria dado capacidade para comprar dezenas de imóveis", afirmou.

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