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TotalEnergies, Shell e Repsol iniciam produção em novo projeto na Bacia de Santos

Novo desenvolvimento ligado ao campo de Lapa adiciona 25 mil barris por dia à produção de petróleo no pré-sal brasileiro

A plataforma P-74, que opera no pré-sal da Bacia de Santos, é uma das que capturam e reinjetam CO2. A tecnologia pioneira, presente em plataformas do pré-sal da Bacia de Santos, reduz as emissões de CO2 e otimiza a recuperação de óleo. (Foto: André Ribeiro /Agência Petrobras)

247 - A TotalEnergies anunciou nesta quarta-feira (11) o início da produção de um novo projeto no pré-sal da Bacia de Santos, localizado a aproximadamente 300 quilômetros da costa do Brasil. A iniciativa integra o desenvolvimento do campo de Lapa e amplia a capacidade produtiva da área.

A companhia atua como operadora do projeto, com 48% de participação, em parceria com Shell Brasil e Repsol Sinopec Brasil, que possuem 25% cada no consórcio responsável pelo empreendimento.

O desenvolvimento inclui três poços interligados a uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) já existente no campo de Lapa. Segundo a empresa, a nova etapa permitirá ampliar a produção da área em cerca de 25 mil barris de petróleo por dia.

Em nota, o presidente de Exploração e Produção da TotalEnergies, Nicolas Terraz, destacou a relevância da entrada em operação do projeto para as atividades da companhia no país.

“O início da operação representa mais um marco importante para a TotalEnergies no Brasil. Este projeto, que aproveita a capacidade disponível das instalações, oferece produção de óleo de baixo custo e baixa emissão, alinhada à estratégia da nossa companhia.”

De acordo com a empresa, o início da produção também contribui para o objetivo corporativo de elevar a produção em cerca de 3% ao ano até 2030.

Nos últimos anos, a TotalEnergies tem ampliado sua participação em projetos do pré-sal brasileiro. Em maio de 2025, a companhia anunciou o início da produção do Mero-4. Antes disso, também informou os start-ups de Atapu-2 e Sépia-2, com previsão de entrada em operação até 2029.

A nova etapa de produção reforça a expansão das atividades petrolíferas na Bacia de Santos, uma das principais áreas de exploração e produção de petróleo em águas profundas no Brasil.

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