
O acordo Irã-EUA e os limites da hegemonia americana
Desde a vitória da Revolução Islâmica, em fevereiro de 1979, os Estados Unidos buscaram conter o Irã por diferentes meios

Historiador e especialista em Relações Internacionais. É vice-presidente do Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal) e autor do livro 'Palestina: do mito da terra prometida à terra da resistência' (Anita Garibaldi/Ibraspal, 2019. 412 p)
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Mais do que uma guerra entre “Estados”, a Naksa representou uma nova etapa de um processo colonial iniciado décadas antes e que continua em curso
Por que o Brasil continua se recusando a reconhecer a República Árabe Saaraui Democrática (RASD)?
Estamos diante de dois dos mais prolongados processos coloniais do nosso tempo
Trump buscava projetar força, mas regressa da China sem resultados concretos no esforço de isolar ou enquadrar a República Islâmica
O que se vê em Gaza não é uma ruptura com a história de “Israel”. É a continuação radicalizada da lógica que o fundou.
Quanto mais o Irã foi pressionado, mais sua imagem de potência resistente se fortaleceu, e não apenas regionalmente
A obra de Berenice Bento não se limita a analisar o sionismo como ideologia ou projeto estatal, mas o desmonta como engrenagem global de produção de poder
Ao atrelar o cessar-fogo a negociações incertas, a Casa Branca sinaliza que perdeu a capacidade de impor unilateralmente os termos do conflito
É necessário reafirmar, sem ambiguidade, que as críticas ao sionismo e às políticas criminosas de Israel são críticas políticas legítimas
Pela primeira vez em décadas, o Estado sionista formaliza a execução como instrumento regular de punição
O Dia de Jerusalém foi instituído em 1979 pelo líder da Revolução Islâmica, Imam Ruhollah Khomeini