
Copom reduzirá a Selic a partir de março, mas sem indicar a dimensão dos cortes
Comunicado fala em “serenidade” e condiciona ritmo da distensão à confiança na inflação, enquanto apostas oscilam entre redução de 0,25 ou 0,5 ponto
Nilton David ponderou que o Copom do BC precisa de um intervalo de tempo mais prolongado e mais dados para construir hipótese de que está no caminho certo
Reunião deste mês marca a despedida de Roberto Campos Neto
Futuro presidente do Banco Central também sinalizou política monetária mais restritiva
Marcelo Noronha confia em pacote fiscal do governo para conter gastos e melhorar a confiança do mercado
Em evento no Itaú, ele defendeu uma linguagem menos hermética
Falta de emprego foi apontada por 36% dos entrevistados como o principal motivo para a inadimplência, enquanto 18% mencionaram as altas taxas de juros
Atualmente, a taxa básica de juros está em 10,5% ao ano, o que encarece o crédito e reduz o consumo
"O que posso dizer é que há opiniões divergentes no grupo sobre o balanço de riscos, se são simétricos ou não", disse o presidente do Banco Central
"O Comitê, unanimemente, reforçou que não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta", disse o Banco Central
Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda disse que as taxas de juros estão muito acima do nível considerado neutro para a economia
De acordo com o deputado, Roberto Campos Neto trabalha para "esconder a especulação com o dólar"