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Pedro Cardoso declara voto em Lula e alerta para volta da extrema direita: “Vão nos matar”

Ao justificar o apoio ao presidente, o artista destacou políticas sociais e educacionais implementadas durante os governos petista

Pedro Cardoso declara voto em Lula e alerta para volta da extrema direita: “Vão nos matar” (Foto: Reprodução)
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247 - O ator Pedro Cardoso declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que pretende votar no petista nas próximas eleições por considerar que ele representa a principal alternativa democrática diante do avanço da extrema direita no Brasil.

“Eu vou votar em Lula. Faço questão de dizer isso: eu vou votar em Lula”, afirmou o ator. Em seguida, Cardoso reforçou sua posição e disse que a escolha é motivada por “mil razões”.

Ao justificar o apoio ao presidente, o artista destacou políticas sociais e educacionais implementadas durante os governos petistas. Segundo ele, Lula teve papel importante na ampliação do acesso ao ensino superior e no combate à fome no país.

“Lula fez muita coisa boa pelo Brasil. Lula botou muita gente dentro da universidade. Lula tirou o Brasil muitas vezes da fome. Lula é um homem educado”, declarou.

Pedro Cardoso também afirmou que se identifica mais com Lula do que com outros nomes da política brasileira. “Eu me sinto melhor na companhia de Lula do que na companhia dos outros”, disse.

O ator defendeu ainda a importância da eleição de parlamentares alinhados à defesa das instituições democráticas. Na avaliação dele, não basta apenas escolher o presidente da República, mas também formar uma base política comprometida com esse campo.

Segundo Cardoso, é necessário eleger senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores que tenham compromisso com a democracia e com o enfrentamento ao extremismo político.

O ator também fez um alerta sobre os riscos de uma eventual vitória da extrema direita bolsonarista. Em tom crítico, ele afirmou que um novo avanço desse grupo político poderia ameaçar liberdades democráticas e direitos civis no Brasil.

“Eles vão acabar com a nossa voz, eles vão nos prender, nos torturar e nos matar, como fizeram em 64”, declarou, em referência ao golpe militar de 1964 e ao período da ditadura militar brasileira.

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